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Comece bem com o manejo pré-plantio e pós-emergente

7.6K vizualizações | Postado em 6 de abril de 2018 thumb2 780x398 - Comece bem com o manejo pré-plantio e pós-emergente

O controle de plantas daninhas é de extrema importância em todas as fases da cultura do milho, e boas estratégias para realizar esse manejo podem aproximar o agricultor do sucesso em sua lavoura. Uma boa forma de iniciar a instalação da cultura do milho tolerante a glifosato (Roundup Ready) é realizando um correto manejo da área em pré-plantio, e o manejo complementar na pós-emergência da cultura. Essas práticas promovem uma produção mais sustentável ambiental e economicamente, além de possibilitarem o plantio direto no limpo, evitando matocompetição e os efeitos alelopáticos das plantas daninhas.
Conheça o benefício dessas práticas.

A importância do manejo pré-plantio
O plantio direto é implementado em todo o Brasil devido a disponibilidade do herbicida glifosato. O agricultor, que antes revolvia a terra com arados, hoje semeia a cultura apenas em um sulco aberto entre a palhada que protege o solo. Mas os desafios ainda existem, e são muitos.

Por isso o Manejo pré-plantio é tão importante:

Competição entre plantas
As plantas daninhas competem com a cultura do milho por espaço, luz e nutrientes. Por tanto, o melhor ambiente para o hibrido expressar seu potencial produtivo é em áreas livres de plantas daninhas. Quanto antes ocorrer a emergência do milho em relação a emergência das plantas daninhas, mais competitivo ele será. Uma área manejada corretamente antes do plantio cria as condições ideais para que a emergência da cultura aconteça livre da matocompetição.

Qualidade da emergência
Apenas a dessecação pós-colheita não é o suficiente para garantir a implantação da cultura do milho com um bom estande. Não realizar o manejo pré-plantio, ou utilizar o “desseque e plante”, pode favorecer o aumento das populações de pragas e a incidência de doenças na cultura.

A dessecação antecipada
A dessecação antecipada é o melhor método de manejo pré-plantio, porque cria as condições ideais para o plantio, germinação e emergência da planta do milho de forma uniforme, além de promover:

Maior facilidade de plantio
Melhor desempenho das semeadoras, que podem manter a uniformidade da profundidade e velocidade de plantio, e de posicionamento de semente.

Melhor distribuição de sementes
É mais fácil depositar as sementes e o adubo. Sem matocompetição inicial, não haverá disputa por água, luz e nutrientes, gerando maior uniformidade na emergência.

Maior armazenamento de água no solo
A dessecação antecipada permite maior acúmulo de água no solo. Após o controle das plantas daninhas, ou manejo da cobertura vegetal, é formada uma camada de palhada que protege e preserva a umidade do solo, evitando a perda de água das chuvas, o que também favorece a emergência da cultura.

Reduz efeitos alelopáticos
As plantas daninhas liberam compostos alopáticos no solo durante sua fase de decomposição. Quando o controle é realizado antecipadamente, a cultura é instalada em um período onde esses compostos não causam mais efeito.

Redução do ataque inicial de pragas
Com a grande pressão de pragas, a dessecação antecipada é uma ferramenta essencial para o sucesso do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Eliminando plantas daninhas, eliminamos uma das fontes de alimento das principais pragas da cultura do milho.

Melhor desempenho dos herbicidas residuais
Herbicidas residuais são sempre recomendados em áreas com infestações elevadas de plantas daninhas. Em uma área manejada antecipadamente, o herbicida residual tem condições mais favoráveis para chegar ao solo e realizar sua ação com eficiência.

O manejo pós-emergente
Mesmo quando é realizada a dessecação antecipada, plantas daninhas podem germinar após a emergência da cultura do milho. Nessa fase, a competição entre a cultura e a planta daninha ainda é preocupante. Para controlar essas plantas e evitar que germinem novamente – o que pode atrapalhar o desenvolvimento da cultura -, é recomendado o manejo em pós-emergência, utilizando herbicidas residuais, além do glifosato.

Por isso, o manejo pós-emergente utilizando Glifosato e Atrazina como aliados pode ser muito útil. Com dois modos de ação distintos, o controle de plantas daninhas resistentes é mais fácil. Além disso, enquanto o glifosato controla plantas emergidas, a atrazina, com sua função de herbicida residual, ajuda a impedir a emergência de plantas daninhas futuras por um período de tempo que é relativo a dose utilizada.

Essa estratégia segue evitando a matocompetição entre cultura e planta daninha, maneja o desenvolvimento de resistência de plantas e facilita o arranque do hibrido de milho.

Veja os resultados obtidos com a utilização de glifosato e atrazina para o controle de plantas daninhas e proteção da produtividade da cultura:

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