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QUE PERDAS CAUSAM?

Segundo Pitelli (1985), além da grande eficiência reprodutiva, as plantas daninhas exploram recursos de maneira bastante eficiente, podendo prejudicar a cultura principal competindo por água, luz, nutrientes e espaço, liberando substâncias alelopáticas, hospedando pragas e doenças, contaminando o produto final e dificultando as operações a serem efetuadas, tais como pulverizações e colheita.

Cada planta daninha, aliada a uma série de fatores climáticos e de manejo, pode provocar consideráveis perdas de produtividade.

Por exemplo, a Buva, segundo alguns estudos, provoca, na cultura da soja, reduções consideráveis:

  • nos EUA, redução de até 83%;
  • no Paraná, 48% (Gazziero et al., 2010) e;
  • no Rio Grande do Sul, até 70% (Bianchi, 2009).

Em termos médios, 30% a 40% de redução da produção agrícola mundial são atribuídos à interferência das plantas daninhas (Lorenzi, 2006).

COMO CONVIVER COM ELAS?

Manejando-as adequadamente.

Manejar plantas daninhas é administrar um problema. Quando se fala em manejo, a primeira coisa que vem à cabeça é o controle químico, mas é preciso levar em conta a utilização de outras alternativas.

“Manejar é saber usar palhada, identificar as características das culturas, realizar rotações, tratos culturais, enfim, todo e qualquer fator que possa ajudar no controle e não apenas o herbicida. Sem dúvidas, o controle químico é prático e rápido e por isso é o mais utilizado. Mas herbicidas devem ser vistos como uma das alternativas e não a única.” (Gazziero et al.,2011)

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ADVERTÊNCIA: Os agrotóxicos são produtos perigosos à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Antes de manuseá-los, leia atentamente e siga rigorosamente as recomendações contidas no rótulo, na bula e no receituário agronômico. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. nunca permita o manuseio de agrotóxicos por menores de idade. Descarte corretamente as embalagens e os restos dos produtos. não reutilize as embalagens vazias. Informe-se sobre aimportância do manejo integrado de pragas.

CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.