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Origem: regiões áridas do centro-sul dos EUA e norte México
Regiões encontradas no Brasil: Centro-oeste – MT
Morfologia: dióica
Sazonalidade: anual
Reprodução: sementes (flores femininas podem produzir sementes mesmo sem a ocorrência de polinização)
Germinação: ano todo (temperaturas ideal entre 32 e 38° C), cresce de 2 a 3 cms/dia
n° sementes: pode produzir 200 a 600 mil
Fonte: Circular Técnica IMA

 

Resistência

Nos Estados Unidos, há populações de A. Palmeri que apresentam resistência simples a herbicidas de cinco mecanismos de ação: inibidores da ALS, EPSPs, HPPD, tubulina e do fotossistema II. O manejo se torna mais complexo com a ocorrência de resistência múltipla, já detectada para dois ou três desses mecanismos (ALS/ EPSPs; ALS/EPSPs/FSII e ALS/FSII/HPPD).

Fora dos Estados Unidos, existe casos com resistência a inibidores da ALS em Israel e da EPSPs na Argentina. Em testes independentes realizados em condições controladas, plantas oriundas das amostras de Mato Grosso não manifestaram qualquer sintoma de toxidez com a aplicação de glyphosate. Após inúmeros estudos detectou-se que se trata de uma população com resistência múltipla a EPSPs e ALS.

Fonte: Circular Técnica IMA

Perdas:

A. Palmeri não é controlada, perdas no rendimento das culturas podem atingir 91% em milho,
79% em soja e 77% em algodoeiro, segundo bibliografia norte-americana.

Controle

Estudos indicam a economicidade e vantagens de se implementar práticas rigorosas pró-ativas para evitar a produção de sementes, visando à redução do banco de sementes. Estratégias múltiplas de controle no mesmo talhão, utilizando métodos preventivos, químicos, mecânicos e culturais, são fundamentais para conseguir um manejo eficaz dessa planta daninha.

Algumas práticas que devem ser adotadas para o manejo dessa planta daninha são:

  1. 1Eliminar todas as plantas existentes na área antes da semeadura, com aplicações de herbicidas em pós-emergência e, se necessário, práticas complementares.
  2. 2Uso de herbicida na pré-emergência – ação residual, com boa eficácia sobre A.palmeri (mecanismos de ação diferentes de inibidores de EPSPs e ALS) têm sido fundamentais em programas de manejo bem sucedidos.
  3. 3Aplicações de herbicidas na pós-emergência (com mecanismos de ação diferentes) realizadas em estádios iniciais da planta daninha (de 2 a 4 folhas), para que o número de plantas remanescentes seja menor.
  4. 4Monitoramentos frequentes, observando a eficiência das operações de controle, fazendo o arranquio de plantas remanescentes antes que essas produzam sementes; e no caso de plantas já florescidas, retirar da área e queimar.
  5. 5Controle total de plantas que se encontrarem desenvolvendo em carreadores, bordaduras e áreas não cultivadas da fazenda, e também nas estradas de acesso à propriedade.
  6. 6Limpeza de todo maquinário após trabalhar em áreas infestadas; essas áreas devem ser destinadas para as ultimas semeaduras.

CONHEÇA OUTRAS PLANTAS DANINHAS RESISTENTES A GLIFOSATO
Azevém – Lolium multiforum
Buva – Conyza spp
Caruru – Amaranthus palmeri

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