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O QUE SÃO?

Do ponto de vista do MIP – Manejo Integrado de Pragas, um organismo só é considerado praga quando causa danos econômicos.

O QUE É MIP?

Segundo a FAO, MIP é: “Sistema que associa o ambiente e a dinâmica populacional da espécie, utilizando todas as técnicas apropriadas e métodos, para manter a população da praga em níveis abaixo daqueles capazes de causar dano econômico.

Ainda segundo a Organização, pragas são resposnsáveis por cerca de 42,1% das perdas na produção agrícola.

No Brasil, o MIP deve ocorrer de forma sistemática, adotando-se estratégias efetivas de controle das pragas no sistema produtivo das culturas da soja, do milho e do algodão. Além disso, é extremamente importante que boas práticas sejam adotadas para evitar a seleção de insetos resistentes às culturas Bt.

Para que seja implementado com sucesso, alguma atividades devem ser realizadas para a correta tomada de decisão. Veja abaixo alguns componetes do Manejo Integrado de Pragas:

MONITORAMENTO

O Monitoramento de Pragas na lavoura é fundamental na tomada de decisão. Essa prática traz a informação da atual situação das pragas na cultura, avalia os danos e prejuízos que podem estar ocorrendo e define o momento da aplicação de inseticida. Sem monitorar as injúrias e a densidade populacional da espécie-alvo no campo, não há como se aplicar a técnica de MIP.

Para cada praga e cultura, existe um tipo de amostra diferente. Você pode consulta-las no site da Embrapa.

DESSECAÇÃO

A dessecação antecipada tem como objetivo primário manejar as plantas daninhas ou coberturas e é fundamental na instalação do plantio direto. Mas o que essa boa prática de manejo de plantas tem haver com pragas? Esta prática favorece muito na redução da população de pragas, principalmente lagartas diminuindo danos provocados na fase de estabelecimento das culturas. A dessecação antecipada elimina a fonte de alimento, local de oviposição e abrigo para as pragas.

BIOTECNOLOGIA

É muito importante entender que consideramos as biotecnologias como ferramenta dentro de um sistema de manejo. Apesar da alta percepção de valor de agricultor, não devemos tratar a Biotecnologia com como ferramenta única e sim com uma parte do Manejo Integrado de Pragas.

Acesse www.intactarr2pro.com.br, www.vtpro3.com.br e www.bollgard.com.br e saiba mais sobre cada uma delas.

SEMENTES

No tratamento de sementes, temos como objetivo o controle de pragas subterrâneas e iniciais da cultura. No TS, a quantidade relativamente pequena de ingrediente ativo, aplicado sobre as sementes, protege-as no solo até a sua germinação, bem como as raízes e a parte aérea da planta logo após a sua emergência. Os danos causados por essas pragas resultam em falhas no estabelecimento da lavoura, redução do número de plantas viáveis e danos na parte aérea de plantas recém-emergidas.

REFÚGIO

O objetivo do refúgio é manter uma população de pragas susceptíveis/sensíveis as proteínas Bt, para que ela possa acasalar com indivíduos resistentes e transmitir a suscetibilidade ao BT às gerações futuras.

Para milho recomenda-se 10% da área total de plantio com área de regúfio (sem tecnologia Bt), já para soja e algodão essa porcentagem deve ser de 20%. Onde a distância máxima das áreas plantadas deve respeitar 800 metros.

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PLANTAS DANINHAS

O controle das plantas daninhas e voluntárias é fundamental, pois essas são hospedeiras de pragas e agem como ponte verde. Dentro da Árvore de Recomendação do Sistema Roundup Ready Plus®, você pode encontrar mais sobre como manejá-las corretamente.

CONTROLE

Insetos–praga são controlados naturalmente por predadores, parasitóides e doenças. Porém, quando atingem populações elevadas provocam perdas significativas na produtividade e necessitam ser controlados. Portanto, não se indica a aplicação preventiva de inseticidas foliares, otimizando os custos de produção e impactos ambientais. A escolha de um inseticida deve levar em conta fatores como custo, eficiência, seletividade, e toxicidade do produto.

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ADVERTÊNCIA: Os agrotóxicos são produtos perigosos à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Antes de manuseá-los, leia atentamente e siga rigorosamente as recomendações contidas no rótulo, na bula e no receituário agronômico. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. nunca permita o manuseio de agrotóxicos por menores de idade. Descarte corretamente as embalagens e os restos dos produtos. não reutilize as embalagens vazias. Informe-se sobre aimportância do manejo integrado de pragas.

CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.