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Aqui você tem acesso a um conteúdo completo sobre esta boa prática de manejo, fazendo com que os benefícios da tecnologia Bt, na cultura da soja e do milho, possam ir mais longe, com maior assertividade e desempenho. Você encontrará uma webserie exclusiva, um e-book com diversas informações e dicas especiais sobre o tema. E o melhor: um canal aberto 24 horas com nosso especialista online, onde você poderá tirar todas as suas dúvidas na hora. Seja muito bem-vindo!

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Dicas Monsanto para refúgio

De quanto em quanto tempo acontece o lançamento de novas tecnologias?

Não existe um tempo prefixado para o lançamento de novas tecnologias. Mesmo com empenho de cientistas de todo o mundo, o tempo para esse tipo de lançamento surgir e se estabelecer pode ser bastante longo. Como bom exemplo, podemos falar da soja INTACTA RR2 PRO®, que levou mais de 10 anos entre pesquisas, desenvolvimento, submissões e aprovações dos órgãos regulamentadores antes de se tornar uma realidade no agronegócio brasileiro. Um tempo considerado excelente, já que foi a primeira a entregar 3 benefícios adicionados de uma só vez.

Enquanto nos smartphones, computadores e outros dispositivos eletrônicos toda nova tecnologia é muito esperada e já chega ao mercado abrindo caminho para sua sucessora, a biotecnologia de plantio segue uma lógica um pouco diferente, na qual o potencial atual precisa ser explorado completamente, pelo máximo de tempo possível, antes de avançarmos para a próxima etapa, já que leva um longo tempo para ser desenvolvida.

Preservar a tecnologia Bt é uma responsabilidade de todos e deve ser compartilhada por cada elo da cadeia produtora de grãos. O que significa que, toda vez que um desses elos exerce sua parte, e principalmente fomenta as boas práticas do Manejo Integrado de Pragas – MIP, como o plantio de áreas de Refúgio Estruturado, por exemplo, contribui para a prevenção da seleção de um maior número de insetos resistentes. Esse aumento pode ocasionar grandes prejuízos financeiros e, principalmente, colocar em risco a longevidade e eficiência das biotecnologias por completo.

Temperatura em alta, pressão de pragas também.

O clima tropical brasileiro oferece as condições adequadas para diversos cultivos que fazem do país uma potência mundial do agronegócio. Mas esse mesmo clima também favorece a proliferação de pragas que podem comprometer a produtividade e até mesmo a qualidade das nossas safras. Isso acontece porque a temperatura é o principal fator que atua na dinâmica populacional dos insetos, interferindo na sobrevivência, desenvolvimento, reprodução e comportamento, incluindo a Diabrotica speciosa e a Helicoverpa armigera.

De certa forma, climas tropicais, associados à baixa adoção do plantio de áreas de Refúgio Estruturado, bem como à aplicação demasiada de inseticidas, são preocupações de especialistas, consultores e agricultores que podem ser comparadas às de infectologistas, com o uso indiscriminado de antibióticos, relacionado ao surgimento de superbactérias resistentes aos medicamentos mais avançados já desenvolvidos. No campo, são as populações de gerações inteiras, resistentes à tecnologia Bt, que podem trazer resultados desastrosos.

Para evitar riscos, responsabilidade.

As tecnologias Bt e RR, responsáveis por diversos benefícios trazidos ao agricultor brasileiro – como a proteção contra as principais pragas de soja, milho e algodão e a tolerância ao glifosato – são indispensáveis para os altos níveis de produtividade conquistados atualmente no cultivo dessas culturas. São anos e anos de pesquisa e desenvolvimento para que tecnologias assim se tornem realidade. No entanto, ainda existe um caminho de conscientização a ser percorrido, para que todos os agricultores que trabalham com plantio de sementes com biotecnologias adotem as Boas Práticas de Manejo, especialmente o Refúgio Estruturado. Essa prática fundamental tem sido adotada cada vez mais pelos agricultores que reconhecem sua responsabilidade na preservação dos proveitos trazidos pelas biotecnologias. Saiba mais como estruturar sua área de Refúgio.

O peso da falta de Refúgio no bolso de quem planta.

Os argumentos de quem não realiza o plantio de áreas de Refúgio Estruturado não variam muito. A ideia de que Refúgio não é produtivo  ou que o formato do talhão dificulta o operacional da fazenda não cabem mais como fatores para que essa excelente prática não seja adotada. Mas o mais preocupante entre esses fatores se dá pela falta de conscientização de que está nas mãos de cada produtor a preservação dos benefícios e as facilidades de manejo conquistadas ao longo dos últimos anos. Como já vimos, para o surgimento de uma nova biotecnologia, existe um caminho longo a ser percorrido, saiba mais.

Outro ponto de grande importância é relembrar as experiências em que tecnologias anteriores ou de outras culturas não receberam o devido cuidado em sua manutenção. Nesses casos, aconteceu o que já é previsto: seleção de indivíduos resistentes em maior velocidade, contribuindo para gerações que, safra após safra, passaram a comprometer os altos tetos produtivos das lavouras brasileiras, tornando as tecnologias ineficientes na proteção contra pragas e aumentando o número de aplicações de inseticidas.

Contra velhos problemas, olhos no futuro.

Imaginando este cenário hoje, no qual a falta de áreas de Refúgio Estruturado pode acelerar a seleção de gerações de insetos resistentes a alguma das proteínas das tecnologias Bt, os agricultores se veriam em uma situação ainda menos vantajosa do que ter somente a sua produtividade reduzida. A rentabilidade também sofreria com outro fator, que seria a volta das antigas e trabalhosas práticas de manejo de pragas, incluindo as diversas aplicações de defensivos agrícolas e um monitoramento muito mais ativo e complexo do que o utilizado atualmente. O Refúgio Estruturado é mais do que a proteção da tecnologia e da produtividade de hoje. É também uma atitude responsável de quem sabe da importância que a continuidade da tecnologia Bt representa de positivo para os negócios do futuro.

Refúgio é ciência.

Quando falarmos de Refúgio, a destinação de 20% da área de plantio para soja e de 10% para milho, com distância máxima de 800m entre culturas Bt e não Bt, foi comprovada cientificamente e determinada a partir de diversos estudos que atestam a alta eficiência na manutenção de insetos suscetíveis. Para preservar os benefícios e facilidades trazidos pelo uso de biotecnologias, é essencial que essa boa prática aconteça da maneira correta.

Antes do campo de cultivo, o campo de testes.

Além de anos de pesquisa para desenvolver novas biotecnologias, existe, andando lado a lado a estes estudos, a condução de diversos ensaios técnicos, envolvendo o corpo técnico da Monsanto, que são focados nas Boas Práticas de Manejo para controle de pragas, das quais o Refúgio Estruturado se destaca como uma das mais importantes, na manutenção de biotecnologias a base de Bt. E ao longo dos estudos técnicos realizados, foi possível determinar a porcentagem ideal e a distância máxima que a área de Refúgio deveria ser plantada na cultura da soja, para evitar a seleção de gerações de insetos resistentes.
Fonte: QA Refúgio (2015).

É importante salientar que a comprovação do modo ideal dessa prática não se limita aos estudos realizados somente pela Monsanto. O plantio de Refúgio Estruturado é objeto de pesquisa de diversos acadêmicos, consultores e demais órgãos e associações envolvidos a agricultura. E os resultados são divulgados na comunidade científica e representam avanços obtidos, tanto no sentido da praticidade do manejo quanto na contribuição para a produtividade alcançada. É por isso que o Refúgio não pode ser realizado “de qualquer jeito”. A forma de estruturação do Refúgio precisa ser seguida com atenção. Nunca usar uma área apenas “porque sobrou” ou plantar sem atender à proporção necessária nem à distância superior ao indicado. Uma vez que a estruturação dessa área não é respeitada, a possibilidade de comprometer toda a prática e até mesmo tornar o Refúgio inócuo, é muito alta. Então, ao realizar plantio de áreas de refúgio, se lembre de seguir as recomendações adequadas, dessa maneira poderemos ajudar na longevidade das biotecnologias e na proteção do seu investimento.

E o Refúgio? Não é produtivo mesmo?

Quem conhece todos os benefícios que a tecnologia Bt proporciona para as culturas de soja, milho e algodão, pode não se sentir estimulado em destinar um percentual de sua área total para plantio de Refúgio. No entanto, é de extrema valia entender que essa prática contribui não somente para a longevidade das tecnologias, mas também na manutenção e eficiência para que as mesmas possam, através de um manejo adequado, expressar os altos tetos produtivos as quais são capazes, por mais tempo.

Isso significa que ao estabelecer o planejamento da safra, contemplar a realização de áreas de Refúgio Estruturado, se faz necessário. É preciso desmistificar que plantar refúgio é sinônimo de baixa produtividade. Ao plantarmos 20% de sementes sem tecnologia Bt para soja e 10% para milho, contribuímos diretamente para que a pressão por seleção de insetos resistentes, se mantenha nos níveis desejáveis na natureza.

Refúgio é mais que proteção da tecnologia. É área produtiva.

A prática do Refúgio Estruturado tem se aperfeiçoado a cada safra, não somente por parte do produtor que tem mostrado estar muito mais consciente em relação à proteção de seus investimentos, mas também por parte da indústria, que vem trabalhado arduamente
em trazer soluções que facilitem essa operação no campo.

Como bom exemplo, podemos citar RefúgioMax®, a primeira marca especializada em híbridos para áreas de refúgio de milho, que apresenta potencial de altos tetos produtivos e amplas janelas de plantio.  Para a cultura da soja, encontramos no mercado excelentes variedades que, se bem assistidas, podem ser posicionadas para alcançar boas produtividades.

Determine suas áreas de Refúgio num clique.

Imagino que depois de nossas dicas, você já tenha aumentado seu conhecimento sobre a necessidade de plantar Refúgio Estruturado e sobre a importância em preservar os benefícios trazidos pela biotecnologia Bt, uma vez que ela contribui diretamente para a agricultura modelo, que temos hoje. Mas talvez ainda possam existir dúvidas em como estruturar tudo isso no campo.

Nessa hora, nada melhor do que vermos alguns exemplos reais de áreas de Refúgio Estruturado, que são adotadas em lavouras de diversas regiões brasileiras, e identificar qual delas mais se adequa a sua área de plantio.
Confira na imagem ao lado

Ainda assim, gostaria de ter mais informações! Onde encontro?

No campo, através de nossos representantes de venda e distribuidores, temos diversas equipes treinadas e especializadas em ajudá-lo em todos os questionamentos relacionados a refúgio e às boas práticas de proteção para tecnologias. Por trás dessas
pessoas existe um corpo técnico robusto embasado pelos principais resultados de ensaios acadêmicos e fundações de pesquisa, que asseguram que as melhores recomendações para manejo, cheguem até você.

Outra dica é que aqui na página do Refúgio na Área, você pode tirar dúvidas a qualquer hora com nosso especialista virtual. Além disso, na internet existem ferramentas online, como o Goolzoom, que permitem ter uma visão aérea da sua área, com imagens de satélite do Google Maps, e ferramentas muito úteis para planejar seu Refúgio, como medidor de distância para um ou mais pontos e outro medidor que permite “desenhar” perímetros de qualquer formato e saber suas áreas.

E-Book

Tire todas as suas dúvidas sobre Refúgio Estruturado na Cultura da Soja e do Milho, com a Tecnologia Bt.

Baixe agora nosso e-book e saiba tudo sobre o Manejo Integrado de Pragas e a prática do Refúgio nas lavouras de soja e milho. Em cada página, você encontra as respostas que precisa e outras informações úteis, para que a área de Refúgio seja feita da maneira mais adequada em sua propriedade. Tudo isso a um clique de você.

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ADVERTÊNCIA: Os agrotóxicos são produtos perigosos à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Antes de manuseá-los, leia atentamente e siga rigorosamente as recomendações contidas no rótulo, na bula e no receituário agronômico. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. nunca permita o manuseio de agrotóxicos por menores de idade. Descarte corretamente as embalagens e os restos dos produtos. não reutilize as embalagens vazias. Informe-se sobre aimportância do manejo integrado de pragas.

CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.